Na noite de 24 de junho de 2026, a terra sob a Venezuela começou a tremer. O primeiro abalo ocorreu a uma profundidade de 22 quilómetros, com magnitude 7.2. Apenas 39 segundos depois, um segundo terramoto, mais superficial, atingiu magnitude 7.5. Estes dois sismos são os mais violentos que a nação sul-americana sofreu desde o início do século XX. O evento geológico foi causado pelo movimento de falha entre as placas tectónicas das Caraíbas e da América do Sul. A força do abalo fez sentir ondas de choque em todo o continente. No Brasil, a cerca de 1.700 quilómetros do epicentro, as autoridades ordenaram a evacuação de edifícios. Perto da linha de falha, a situação foi catastrófica. Hector Ricci, um residente de Caracas, descreveu como o tremor começou suavemente e depois se intensificou, forçando as pessoas a fugir para as ruas. O número de vítimas é grave e pode aumentar. A Presidente interina, Delcy Rodriguez, confirmou 164 mortos e 971 feridos, mas alertou que estes números podem ser apenas uma parte do total. Especialistas calculam uma probabilidade de 39% de as fatalidades atingirem entre 1.000 e 10.000. O epicentro foi no estado de Yaracuy, mas a destruição espalhou-se, afetando especialmente a região costeira de La Guaira. Mais de 100 estruturas colapsaram, muitas construídas com materiais frágeis. Em Caracas, a vida parou. Aeroportos, transportes públicos e escolas foram afetados. As operações de resgate enfrentam dificuldades devido à falta de eletricidade e comunicações. Para evitar incêndios, as autoridades cortaram a distribuição de combustível. Hospitais estão sobrecarregados. A Presidente Rodriguez declarou estado de emergência e anunciou um pacote financeiro de 200 milhões de dólares para reconstrução. Os Estados Unidos enviaram equipas de resgate. O Presidente Donald Trump descreveu os eventos como de grande escala e com um custo humano devastador. Outros países como Brasil, Equador e Qatar prometeram ajuda. Mais de 100 réplicas foram registadas, e há uma probabilidade de 40% de outro grande sismo ocorrer nos próximos dias. O perigo para a Venezuela ainda não acabou.