No dia 23 de abril de 2026, a OpenAI apresentou o GPT-5.5. Quatro dias depois, anunciou algo ainda mais importante: a sua independência.
O modelo chegou primeiro aos utilizadores de ChatGPT Plus, Pro, Business e Enterprise. Os testes publicados pela OpenAI mostraram que o GPT-5.5 superou o Gemini 3.1 Pro do Google e o Claude Opus da Anthropic em vários critérios. A empresa destacou melhorias significativas em tarefas de programação e investigação científica.
Mas o verdadeiro acontecimento chegou depois. No dia 27 de abril, a OpenAI e a Microsoft anunciaram um novo acordo que mudou as regras da indústria de inteligência artificial. Durante sete anos, o Azure foi a única nuvem com direito legal para executar os modelos da OpenAI. Esse tempo acabou.
Agora, a OpenAI pode disponibilizar todos os seus produtos em qualquer fornecedor de nuvem. A Microsoft permanece como o "principal parceiro em nuvem", mas a exclusividade desapareceu. A Amazon rapidamente disponibilizou o GPT-5.5 no Amazon Bedrock, o seu serviço de modelos de inteligência artificial.
Sam Altman, o CEO da OpenAI, confirmou a mudança numa publicação. "A Microsoft continuará a ser o nosso principal parceiro em nuvem, mas agora podemos oferecer os nossos produtos em todas as nuvens", escreveu.
Este acordo também resolve problemas legais da Microsoft e permite que a OpenAI se desenvolva de forma mais independente.