Numa pequena ilha do Mediterrâneo chamada Lampedusa, o Papa Leão XIV celebrou o 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos de uma forma diferente. Em vez de estar nos EUA, ele visitou migrantes na ilha italiana de Lampedusa, que fica mais perto da África do que da Itália continental.
Lampedusa é um local onde muitas pessoas chegam depois de atravessar o mar vindas da Tunísia e da Líbia. A viagem é muito perigosa e muitas pessoas perdem a vida. Em 2026, milhares de pessoas chegaram à Itália pelo mar, e muitas delas desembarcaram em Lampedusa. O Papa visitou um cemitério onde estão enterradas pessoas que morreram a tentar a travessia. Ele também esteve num monumento chamado "Portão para a Europa", onde caminhou de mãos dadas com crianças migrantes.
Durante uma missa, o Papa Leão falou com cerca de 4.000 pessoas, incluindo residentes, trabalhadores humanitários e migrantes. Ele disse que devemos ajudar as pessoas que precisam e que a compaixão verdadeira significa aproximarmo-nos de quem precisa. Agradeceu aos habitantes da ilha pela sua ajuda, chamando-a de "milagre de compaixão".
O Papa também enviou uma carta aos Estados Unidos, lembrando que os imigrantes ajudaram a construir o país. Ele disse que devemos acolher e ajudar os migrantes, pois isso mostra respeito pela dignidade humana. O Papa Leão XIV tem criticado as políticas de imigração e defende que a Europa precisa de ajudar os recém-chegados e integrá-los na sociedade.