Perto da costa do Irão, mais de 1.500 navios comerciais estão parados. A bordo estão aproximadamente 23.000 marinheiros de quase 90 países, aguardando num estreito que normalmente transporta um quinto do petróleo e gás mundiais. Na segunda-feira, 4 de maio, a Marinha dos EUA lançou uma missão chamada 'Project Freedom' para os guiar.
Terça-feira à noite, o Presidente Donald Trump pausou a operação. Trump anunciou "Grandes Progressos" em direcção a "um Acordo Completo e Final com Representantes do Irão", e disse que a pausa foi feita "com base no pedido do Paquistão e outros Países". A missão pararia "por um curto período para ver se o Acordo pode ser finalizado e assinado".
Foi uma mudança drástica para uma operação com apenas 24 horas. Durante a breve fase activa, as forças navais norte-americanas destruíram seis a sete barcos rápidos iranianos, sem navios americanos danificados. Na segunda-feira, o navio 'Alliance Fairfax' da Maersk foi um dos primeiros a passar pelo estreito sob vigilância militar americana.
Simultaneamente, a Secretária de Estado Marco Rubio anunciou que a operação militar 'Operation Epic Fury', iniciada em 28 de fevereiro, tinha terminado. Ela é descrita como defensiva, não ofensiva.
O Irão mantém tensões, tendo disparado 15 mísseis contra os Emirados Árabes Unidos no dia anterior ao lançamento da missão.