Mais de 56.000 pessoas abrigaram-se no sistema de metro da capital da Ucrânia, Kyiv, durante um grande bombardeamento aéreo na noite de 30 de julho de 2026. O ataque russo usou cerca de 280 drones e 70 mísseis, atingindo várias regiões do país. Pelo menos oito pessoas morreram e dezenas ficaram feridas.
Numa casa em Radushne, perto de Kryvyi Rih, um míssil matou seis pessoas, incluindo três crianças. Os serviços de emergência conseguiram salvar outras duas crianças dos escombros. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, lamentou o ataque, dizendo que a defesa é necessária para salvar famílias.
Em Lviv, perto da fronteira com a Polónia, um míssil feriu mais de 30 pessoas, incluindo crianças, e danificou edifícios residenciais e escolas. Uma moradora, Iryna Yefimenko, perdeu a sua casa. Em Kyiv, um míssil matou um homem e feriu outros dois. Um ataque de drone na região de Poltava também causou uma morte.
A Ucrânia conseguiu intercetar muitos drones e mísseis, mas teve dificuldade em parar os mísseis balísticos mais rápidos. A falta de sistemas de defesa aérea, como o Patriot americano, agrava o problema. O Presidente Zelenskyy tinha recentemente discutido novas entregas de armas com o Presidente dos EUA, Donald Trump.
Um míssil russo entrou no espaço aéreo da Polónia e caiu num campo, sem causar vítimas. A NATO ativou as suas defesas. O Primeiro-Ministro polaco, Donald Tusk, chamou ao incidente "muito sério".
Em resposta, a Ucrânia atacou centros de distribuição russos com drones, causando incêndios e ferindo trabalhadores. Também destruiu mais navios russos. O foco da Ucrânia continua a ser a sua defesa contra os ataques russos.