Após dias de relativa calma no Médio Oriente, o Irão lançou mísseis balísticos contra instalações militares americanas na Jordânia. Este ataque fez parte de uma ofensiva coordenada que incluiu mais de 30 drones contra militares americanos e infraestruturas petrolíferas sauditas. Em resposta, os Estados Unidos e a Arábia Saudita realizaram ataques aéreos precisos no leste do Iraque. Foi a primeira vez que a Arábia Saudita realizou ataques militares no Iraque desde a Guerra do Golfo em 1991. Os ataques visaram depósitos de munições e centros de distribuição de grupos apoiados pelo Irão, como as Forças de Mobilização Popular, que reportaram mortos e feridos. A defesa aérea saudita também intercetou drones que se dirigiam a alvos petrolíferos. A Arábia Saudita justificou a ação invocando o direito à autodefesa. O porta-voz do Ministério da Defesa saudita, Maj-Gen Turki al-Maliki, afirmou que o reino não procura escalada, mas responderá decisivamente à agressão. As forças americanas também intercetaram todos os mísseis iranianos. A escalada militar afetou os mercados de energia, com o preço do petróleo a subir. O Estreito de Ormuz continua fechado, e a Marinha iraniana deteve navios. O Iraque condenou os ataques como uma violação da sua soberania, enquanto o Irão os considerou uma violação do direito internacional. A situação na região tornou-se mais volátil.